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quarta-feira, 29 de agosto de 2012

ARTIGO




A Federação Israelita do Paraná compartilha artigo publicado hoje, na Gazeta do Povo, escrito por José Pio Martins, economista e reitor da Universidade Positivo. 

O que podemos aprender com Israel

Há algo que me intriga há algum tempo: o que leva um país com apenas 7,9 milhões de habitantes (o Paraná tem 10,4 milhões), um território minúsculo (menor que o estado de Sergipe), terras ruins, sem recursos naturais, com apenas 64 anos de existência, e em constantes conflitos militares... a ser um dos maiores centros de inovação do mundo; ter 63 empresas de tecnologia listadas na bolsa Nasdaq (mais que Europa, Japão, China e Índia somados), ter registrado 7.652 patentes no exterior entre 2002 e 2005, e ter ganho 31% dos prêmios Nobel de Medicina e 27% dos Nobel de Física?

Em resumo: o que explica o extraordinário desenvolvimento econômico e tecnológico de Israel? Pela lista de carências e problemas citados no parágrafo anterior, Israel tinha tudo para ser apenas mais um país atrasado e miserável. Mas, além de não ser, o país transformou-se em um caso único de inovação, tecnologia e desenvolvimento. Muitas das maravilhas que usamos hoje vêm de lá. O pen-drive, a memória flash de computador e muitos medicamentos que salvam vidas estão na lista de patentes de Israel.

Qualquer explicação rápida é leviana. Muitos dirão que é o dinheiro dos norte-americanos e dos judeus espalhados pelo mundo que faz o sucesso de Israel. Não é. Primeiro, porque nenhuma montanha de dinheiro transforma uma nação de atrasados e ignorantes em gênios da inovação e ganhadores de prêmios Nobel. Segundo, grande parte do dinheiro recebido por Israel foi gasta em defesa e conflitos militares. Terceiro, o apadrinhamento militar de Israel nos primeiros anos de sua fundação não foi dado pelos Estados Unidos, mas pela França, cujo apoio cessou somente em 1967, após a Guerra dos Seis Dias.

Nos artigos e livros que pesquisei, não há explicação simplista para o sucesso de Israel. Pelo espaço limitado deste artigo, destaco apenas quatro pontos:
Em primeiro lugar, a história e a cultura. A religião judaica dá ênfase à leitura e à aprendizagem, mais que aos ritos. A perseguição aos judeus e a proibição, durante a Idade Média, de possuírem terras os levou a estudar e se tornarem médicos, banqueiros ou outras profissões que pudessem ser exercidas em qualquer lugar.
Depois vem o apreço pela tecnologia e pela inovação. Israel gasta 4,5% de seu produto bruto em pesquisa e desenvolvimento, contra 2,61% dos Estados Unidos e 1,2% do Brasil. Na ausência de recursos naturais e premido pela necessidade, Israel entrou de cabeça numa cultura de pesquisar, descobrir e inovar.
Em terceiro lugar, a estrutura educacional. A crença de que a única saída para o desenvolvimento – mais que os recursos naturais – é a educação de qualidade está na raiz da cultura de Israel. Do ensino básico até a universidade, Israel desfruta de uma educação de nível e acessível a todos. Se você pensa encontrar um judeu analfabeto, desista. É uma questão cultural: para eles, povo e governo, a educação é o bem maior.
E, por fim, o respeito pelo empreendedor e pelo fracasso. Em Israel, valoriza-se muito aquele que se dispõe a inventar, inovar ou empreender. Quem tenta e fracassa é respeitado e apoiado, pois eles acreditam que a falência é um aprendizado e a chance de acertar da próxima vez aumenta. Isso leva a uma ausência de medo do fracasso e é um elemento-chave da cultura da inovação. No Brasil, o desgraçado que falir uma microempresa nunca mais consegue uma certidão negativa e jamais volta a ser empreendedor.
Não se consegue transpor a cultura de um país para outro, mas há muito que aprender com Israel.


José Pio Martins, economista, é reitor da Universidade Positivo. 

ELEIÇÕES MUNICIPAIS 2012

Fonte: Gospel+


Pai do Kit gay, Fernando Haddad se recusa a pedir votos a líderes evangélicos e afirma que igreja e política são incompatíveis


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Na corrida eleitoral pela prefeitura de São Paulo, vários candidatos tem buscado apoio entre líderes religiosos, principalmente pastores evangélicos, para angariar votos entre membros de diversas denominações religiosas. Porém, o candidato pelo PT, Fernando Haddad, conhecido pelas polêmicas envolvendo o “kit gay”, afirmou que não buscará apoio de nenhum líder religioso.

- Visito e faço gosto em visitar [religiosos]. Alguns são parceiros da prefeitura em projetos sociais importantes. O que não faço é pedir apoio e voto. Penso que não é compatível. Uma coisa é pedir e oferecer apoio para a missão da igreja e da prefeitura, no sentido de ajudar os mais pobres. Mas minha relação para aí – explicou o petista.

O apoio por parte de pastores evangélicos já foi anunciado pelos candidatos Russomanno (PRB), Gabriel Chalita (PMDB) e José Serra (PSDB), que em entrevista à rádio Jovem Pan, elogiou a presidente Dilma Rousseff por ter vetado a distribuição do “kit gay” nas escolas após a reação das igrejas. O tucano afirmou que o kit tinha “aspectos ridículos e impróprios” para crianças.

- Não quero nem entrar em detalhes, porque vão dizer que eu estou introduzindo (o tema na campanha), mas (o “kit gay”) tinha aspectos ridículos e impróprios para passar para crianças pequenas – afirmou o candidato, segundo o Estadão.

Serra afirmou ainda que Haddad teria de dar explicações ao eleitorado da cidade pela sua participação na elaboração do material e que, portanto, essa discussão não cabia a ele e aos outros candidatos.

- Quem fez foi o Ministério da Educação quando Fernando Haddad era titular, então é natural que cobrem isso na campanha. Ele é quem tem que se explicar, não são os outros candidatos – afirmou.

Em direção oposta ao posicionamento de Haddad, o candidato do PRB, partido ligado à igreja Universal do Reino de Deus, Celso Russomano, anunciou que continuará buscando apoio entre as igrejas. O candidato afirmou que “quanto mais igrejas, mais religiões existir, menos gente estará matando, menos gente estará roubando”.

Gospel+

Deu no TERRA

www.terra.com.br

20 de agosto de 2012


TJ-SP condena Universal por agressão a fiel epilética em templo



O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) condenou a Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) a pagar indenização de R$ 10 mil a uma fiel por uma agressão sofrida em um templo. A sentença foi publicada na última terça-feira. De acordo com o processo, Alcione Saturnino dos Santos sofreu agressões de pastores da IURD sob a alegação de estar "possuída pelo demônio". Ela, contudo, sofria um ataque epilético naquele momento.
O caso ocorreu em 2011, em um templo de Sumaré (SP). A Justiça já havia condenado a IURD em primeira instância, mas a igreja recorreu da decisão alegando "cerceamento de defesa, por conta da falta de provas". Na ação, a Universal admitiu o ataque epilético sofrido por Alcione no interior do templo, mas refutou as agressões. De acordo com o juiz Luís Francisco Aguilar, no entanto, a IURD recorreu da decisão fora do prazo legal.
"Ainda que comprovado que o ataque partiu de ato voluntário de empregados ou terceiros, a requerida (IURD) responde pelos danos causados, independentemente de culpa, observados os termos do Código de Defesa do Consumidor (...) considerando que, como visto, é incontroversa a presença do autor no culto religioso", diz o acórdão.

O RETORNO

Após quase um mês sem nada ser publicado, volto novamente a atualizar diariamente as postagens.

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

TEMPO DE SECA

Bom dia queridos.

Este tempo agora é o período mais seco de Brasília. Sempre temos o costume de reclamar da falta de chuva, dos lábios rachados, das árvores desfolhadas. E nunca olhamos para cima. Para o céu.

Pois é neste período que temos o céu mais límpido, mais limpo, mais azul e mais belo do planeta.

O tempo da seca é um tempo também de renovar, retirar folhas velhas e esperar pelas novas.

A nossa vida também. Nos tempos de seca, retire a palha e as folhas amareladas do tempo. Mas não se esqueça de olhar para cima e saber que o céu continua lindo e o Sol da Justiça - Jesus, continua brilhando para você.



Pense nisso e viva melhor.
Beijo no coração.



Pr Ricardo Espindola

quinta-feira, 26 de julho de 2012

BUSCANDO VIVER MELHOR

Por isso não sejais insensatos, mas entendei qual seja a vontade do Senhor.
Efésios 5:17

Bom dia amados!
Uma das maiores dificuldades na vida é saber quais decisões e caminhos tomar.
Como filhos de Deus, muitas vezes queremos tantos dons, tantas graças, tantos milagres. Mas o maior dom, abaixo do Amor, é o discernimento.
Com ele podemos entender qual é a vontade de Deus para nós, e saberemos diferenciar a nossa vontade da vontade perfeita do Pai.
Se a vida não anda, ou projetos não dão certo, você acha mesmo que Deus está na frente?
Como disse Paulo aos efésios, não sejamos insensatos, pois a vontade de Deus é perfeita, boa e agradável e não acrescenta dores.
Peça discernimento para o seu dia!
Viva isso, e viva melhor.
Beijo no coração.

Pr Ricardo Espindola

sábado, 21 de julho de 2012

BATISTA CENTRAL CONVIDA



AMANHÃ (22 de julho) NO CULTO DAS 20:00 HS, NA IGREJA BATISTA CENTRAL DE BRASÍLIA TEREMOS A MINISTRAÇÃO DO APÓSTOLO CHE AHN - CONFERENCISTA INTERNACIONAL E O FUNDADOR E PRESIDENTE DO HIM (HARVEST INTERNATIONAL MINISTRY). 




Che Ahn e sua esposa, Sue, têm servido como os pastores Sênior da Igreja HROCK em Pasadena, Califórnia desde 1994. Ele tem servido como pastor sênior desde 1984. Che é o fundador e presidente do HIM ( Harvest International Ministry), uma rede mundial apost...ólica de cerca de 10.000 igrejas em mais de 45 nações com a visão comum de "Transformando Vidas, Transformando Cidades e Discipulando Nações." Ele também é o Chanceler Internacional do Instituto Wagner de Liderança, uma rede de centros de formação apostólica em 22 nações estabelecidas para equipar os santos para o ministério do reino.

Che Ahn é autor que contribuiu para mais de 10 livros, incluindo A Promessa dos Reformadores e Diga Adeus ao Cristianismo Sem Poder. Che tem seu próprio programa de televisão, "Espírito Santo Hoje", que é exibido em mais de 215 nações. Ele viaja por todo o mundo, trazendo uma visão apostólica com uma concessão de cura, avivamento e evangelismo. Seu maior desejo é ver a sociedade transformada através de cristãos que compreendem e cumprem o seu propósito.