Estou em Jerusalém com um grupo de peregrinos da Igreja. Hoje foi um dia muito especial. Já fazem 6 anos que venho a Israel, e hoje fomos ao Jardim do Túmulo para visita e celebração da Ceia. Simplesmente tivemos a maior manifestação do poder de Deus de toda a viagem. E nunca celebrei uma Ceia como a de hoje, foi algo simplesmente forte na unção.
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quinta-feira, 3 de maio de 2012
Rir ainda é um bom remédio...
CONSELHO PARA UM HOMEM IDOSO...
Um senhor de idade estava malhando na academia, quando notou uma
''coisinha linda'' por perto...
Um senhor de idade estava malhando na academia, quando notou uma
''coisinha linda'' por perto...
Ele perguntou ao seu treinador, que estava a seu lado:
''qual a máquina daqui que eu devo usar para impressionar aquela coisinha
fofa?"
O treinador olhou bem para o velho, de cima a baixo, e disse: ''eu
tentaria o caixa eletrônico, no final do corredor.''
''qual a máquina daqui que eu devo usar para impressionar aquela coisinha
fofa?"
O treinador olhou bem para o velho, de cima a baixo, e disse: ''eu
tentaria o caixa eletrônico, no final do corredor.''
sexta-feira, 27 de abril de 2012
GUINÉ BISSAU
Estive com uma equipe da Central durante o periodo eleitoral, não tinhamos noção dos riscos, nossa missionária e as crianças passaram um grande aperto. Deus nos deu socorro e pudemos alcança-los. Graças a orientação do ministro Rodrigo Amaral, nosso diácono do Itamaraty.
http://ibcb.org/wp-content/ uploads/2012/04/ 20120316_152517.jpg
GUINÉ BISSAU
Zero Hora – Alívio para grupo detido em Bissau
Dez missionários foram impedidos de deixar Guiné-Bissau após golpe militar - 23/04/12
Após oito dias sem poder sair de Guiné-Bissau por conta de um golpe de Estado, um grupo de 10 missionários de Santa Catarina finalmente dormiu em casa neste final de semana. – Foi um alívio muito grande deitar na minha cama com os meus três filhos – relatou ontem Estela Mônica Gimenez Falcão Martins, 33 anos, natural de Uruguaiana, por telefone a ZH, de sua casa em Florianópolis.
Ela, o marido, o catarinense Isaac Martins, 39 anos, e outras oito pessoas viajaram a Bissau, capital do país, em 8 de abril para uma missão humanitária da Igreja Evangélica Assembleia de Deus em São José. No dia 12, porém, perceberam uma movimentação estranha nas ruas.
Militares golpistas haviam tomado a cidade e prendido o premier, Carlos Gomes Júnior, e o presidente interino, Raimundo Pereira. O grupo foi auxiliado por religiosos locais, mas os golpistas fecharam os espaços aéreo e marítimo, impedindo que qualquer cidadão saísse do país localizado na costa oeste africana.
A negociação para que partissem de Bissau foi longa. Sem perspectiva de voos, os missionários planejavam alugar uma van e percorrer por terra um trajeto de cerca de mil quilômetros até Senegal. Tinham, inclusive, providenciado vistos para isso. Um dia antes, com ajuda de um político ligado à igreja, conseguiram um voo que sairia na sexta-feira para Dacar, capital de Senegal. Segundo os brasileiros, o voo foi intermediado por uma companhia portuguesa com outra, de Cabo Verde, e teria sido o primeiro a deixar o país em meio à tensão. Havia, porém, espaço para apenas sete deles. Decididos que ninguém ficaria para trás, o grupo insistiu durante toda uma tarde até conseguir passagens para todos. Ao deixar Guiné-Bissau, cuja língua oficial é o português, mais uma dificuldade. No Senegal, faltavam três lugares no voo para Lisboa, última escala antes do Rio de Janeiro.
Escala em Senegal gerou novo impasse e barreira pela língua
Ninguém falava inglês ou francês (língua oficial do país). O pastor Ezequiel Montanha, líder da comitiva, apenas compreendia algumas palavras. Ao fim, conseguiram embarcar. O avião chegou ao Aeroporto Hercílio Luz às 21h40min de sábado.
De acordo com o Itamaraty, há cerca de 300 brasileiros na região. Desde que deixou de ser colônia de Portugal, em 1974, Guiné-Bissau sofre com agitação política e uma série de golpes militares.
http://ibcb.org/wp-content/
GUINÉ BISSAU
Zero Hora – Alívio para grupo detido em Bissau
Dez missionários foram impedidos de deixar Guiné-Bissau após golpe militar - 23/04/12
Após oito dias sem poder sair de Guiné-Bissau por conta de um golpe de Estado, um grupo de 10 missionários de Santa Catarina finalmente dormiu em casa neste final de semana. – Foi um alívio muito grande deitar na minha cama com os meus três filhos – relatou ontem Estela Mônica Gimenez Falcão Martins, 33 anos, natural de Uruguaiana, por telefone a ZH, de sua casa em Florianópolis.
Ela, o marido, o catarinense Isaac Martins, 39 anos, e outras oito pessoas viajaram a Bissau, capital do país, em 8 de abril para uma missão humanitária da Igreja Evangélica Assembleia de Deus em São José. No dia 12, porém, perceberam uma movimentação estranha nas ruas.
Militares golpistas haviam tomado a cidade e prendido o premier, Carlos Gomes Júnior, e o presidente interino, Raimundo Pereira. O grupo foi auxiliado por religiosos locais, mas os golpistas fecharam os espaços aéreo e marítimo, impedindo que qualquer cidadão saísse do país localizado na costa oeste africana.
A negociação para que partissem de Bissau foi longa. Sem perspectiva de voos, os missionários planejavam alugar uma van e percorrer por terra um trajeto de cerca de mil quilômetros até Senegal. Tinham, inclusive, providenciado vistos para isso. Um dia antes, com ajuda de um político ligado à igreja, conseguiram um voo que sairia na sexta-feira para Dacar, capital de Senegal. Segundo os brasileiros, o voo foi intermediado por uma companhia portuguesa com outra, de Cabo Verde, e teria sido o primeiro a deixar o país em meio à tensão. Havia, porém, espaço para apenas sete deles. Decididos que ninguém ficaria para trás, o grupo insistiu durante toda uma tarde até conseguir passagens para todos. Ao deixar Guiné-Bissau, cuja língua oficial é o português, mais uma dificuldade. No Senegal, faltavam três lugares no voo para Lisboa, última escala antes do Rio de Janeiro.
Escala em Senegal gerou novo impasse e barreira pela língua
Ninguém falava inglês ou francês (língua oficial do país). O pastor Ezequiel Montanha, líder da comitiva, apenas compreendia algumas palavras. Ao fim, conseguiram embarcar. O avião chegou ao Aeroporto Hercílio Luz às 21h40min de sábado.
De acordo com o Itamaraty, há cerca de 300 brasileiros na região. Desde que deixou de ser colônia de Portugal, em 1974, Guiné-Bissau sofre com agitação política e uma série de golpes militares.
HAITI
Milícia dá ultimato a governo do Haiti
Uma milícia formada por ex-militares haitianos declarou nesta terça-feira que não se desmobilizará até que o presidente Michel Martelly reative o Exército nacional.
Os paramilitares deram um prazo de 72 horas para que o governo se posicione sobre o caso. O grupo é o mesmo que derrubou o então presidente Jean Bertrand Aristide em 2004.
A resposta do governo - dada por meio de rádios locais - foi uma ordem para que a milícia abandone imediatamente antigas bases do Exército ocupadas há meses.
"Decidimos que não vamos recuar. Estamos dizendo a eles [governo] que o Exército deve voltar", disse o ex-sargento Larose Aubin, uma das lideranças do grupo, à Associated Press.
As declarações foram dadas durante uma entrevista convocada pelos paramilitares em uma base ocupada em Porto Príncipe.
"Liberdade ou morte. A vitória será nossa, não importa o que aconteça", disse Aubin.
Segundo relatório feito pelo governo haitiano em dezembro de 2011, a milícia conta com até 15 mil integrantes em todo o país - entre ex-militares e jovens voluntários.
Desmobilização
O Exército haitiano foi desmobilizado em 1995 por Aristide, após sucessivas tentativas de golpe.
Em 2004 ex-militares ajudaram a derrubar o presidente, então em seu segundo mandato, provocando o início da atual missão de paz da ONU no país.
Tropas comandadas pelo Brasil derrotaram a milícia em meados de 2005.
Porém, no ano passado eles voltaram a se mobilizar após o presidente Martelly prometer, durante campanha presidencial, a remobilização da força.
Para pressioná-lo a cumprir a promessa, os ex-militares ocuparam uma série de bases abandonadas e invadiram um prédio do governo em Cap Haitien neste ano.
Na semana passada, 50 integrantes do grupo, parte deles armados com fuzis, se manifestaram em frente ao Parlamento - intimidando parlamentares.
Tumulto
A elevação do tom e as ameaças feitas pelos ex-militares nesta terça-feira aumentou a tensão em Porto Príncipe - já tumultuada por uma greve geral da polícia.
Moradores revoltados com a falta de segurança chegaram a fazer barricadas em ruas do centro na segunda-feira e foram dispersados por militares da ONU.
Segundo o tenente-coronel Marcos Santos, porta-voz militar da ONU, todas as tropas da organização estacionadas em Porto Príncipe foram acionadas para substituir a polícia na capital.
"Estamos monitorando a situação dos ex-militares e podemos ser acionados se as polícias local e da ONU não conseguirem resolver a situação", disse.
Representantes do Ministério do Interior devem receber uma comissão de ex-militares nesta quarta-feira para negociar o pagamento de pensões e uma solução pacífica para o impasse.
Os paramilitares deram um prazo de 72 horas para que o governo se posicione sobre o caso. O grupo é o mesmo que derrubou o então presidente Jean Bertrand Aristide em 2004.
A resposta do governo - dada por meio de rádios locais - foi uma ordem para que a milícia abandone imediatamente antigas bases do Exército ocupadas há meses.
"Decidimos que não vamos recuar. Estamos dizendo a eles [governo] que o Exército deve voltar", disse o ex-sargento Larose Aubin, uma das lideranças do grupo, à Associated Press.
As declarações foram dadas durante uma entrevista convocada pelos paramilitares em uma base ocupada em Porto Príncipe.
"Liberdade ou morte. A vitória será nossa, não importa o que aconteça", disse Aubin.
Segundo relatório feito pelo governo haitiano em dezembro de 2011, a milícia conta com até 15 mil integrantes em todo o país - entre ex-militares e jovens voluntários.
Desmobilização
O Exército haitiano foi desmobilizado em 1995 por Aristide, após sucessivas tentativas de golpe.
Em 2004 ex-militares ajudaram a derrubar o presidente, então em seu segundo mandato, provocando o início da atual missão de paz da ONU no país.
Tropas comandadas pelo Brasil derrotaram a milícia em meados de 2005.
Porém, no ano passado eles voltaram a se mobilizar após o presidente Martelly prometer, durante campanha presidencial, a remobilização da força.
Para pressioná-lo a cumprir a promessa, os ex-militares ocuparam uma série de bases abandonadas e invadiram um prédio do governo em Cap Haitien neste ano.
Na semana passada, 50 integrantes do grupo, parte deles armados com fuzis, se manifestaram em frente ao Parlamento - intimidando parlamentares.
Tumulto
A elevação do tom e as ameaças feitas pelos ex-militares nesta terça-feira aumentou a tensão em Porto Príncipe - já tumultuada por uma greve geral da polícia.
Moradores revoltados com a falta de segurança chegaram a fazer barricadas em ruas do centro na segunda-feira e foram dispersados por militares da ONU.
Segundo o tenente-coronel Marcos Santos, porta-voz militar da ONU, todas as tropas da organização estacionadas em Porto Príncipe foram acionadas para substituir a polícia na capital.
"Estamos monitorando a situação dos ex-militares e podemos ser acionados se as polícias local e da ONU não conseguirem resolver a situação", disse.
Representantes do Ministério do Interior devem receber uma comissão de ex-militares nesta quarta-feira para negociar o pagamento de pensões e uma solução pacífica para o impasse.
terça-feira, 24 de abril de 2012
TO VOLTANDO ÀS RECEITAS
BOLO DE CENOURA E ESPECIARIAS
200 gr de manteiga sem sal
100 gr de açúcar refinado
100 gr de açúcar refinado
100 gr de açúcar mascavo
4 ovos grandes
200 gr de farinha de trigo
1 cs de fermento químico
1 un cenoura grande
1 cs de pó de especiarias*
MODO DE PREPARO
Pré-aqueça o forno em temperatura
média-alta, 180o./200o.
Unte uma assadeira média com
manteiga e povilhe com farinha de trigo.
Observe que todos os ingredientes
estejam em temperatura ambiente.
Misture a manteiga e o açúcar
refinado e mascavo em batedeira com velocidade alta, até formar uma mistura
cremosa.
Separe os ovos inteiros e misture
ao pó de especiarias*. Em seguida coloque os ovos na mistura de açúcar e
manteiga, batendo até ficar homogenia .
Adicione a farinha de trigo
misturada com o fermento em três etapas, não batendo muito, mas garantindo que
a farinha se incorpore por completo à mistura.
Coloque na assadeira e leve ao
forno até dourar e colocando um palito no centro o mesmo saia sem restos de
massa crua.
COLOQUE UM SORRISO NO SEU ROSTO NESTA MANHÃ
UM CHEFE DE DEPARTAMENTO DE UMA GRANDE EMPRESA, BEM CHATO, ACHANDO QUE SEUS SUBORDINADOS NÃO ESTAVAM MAIS RESPEITANDO SUA LIDERANÇA, RESOLVEU COLOCAR A SEGUINTE PLACA NA PORTA DE SUA SALA, LOGO QUE CHEGOU PELA MANHÃ:
"AQUI QUEM MANDA SOU EU"MAIS TARDE, AO VOLTAR DE UMA REUNIÃO, ENCONTROU O SEGUINTE BILHETE JUNTO À PLACA:SUA ESPOSA LIGOU E DISSE QUE É PARA O SENHOR LEVAR A PLACA DELA DE VOLTA...
Bem-aventurados os homens cuja força está em ti, em cujo coração os caminhos altos.
Passando pelo vale árido, fazem dele um lugar de fontes; e a primeira chuva o cobre de bênçãos.
Salmos 84:5-6
Bom dia, amados! Sempre temos diante de nós caminhos que se apresentam secos e desérticos. Isso sempre fará parte da dinâmica da vida. Dias as vezes são ensolarados, outras nublados e chuvosos. Estações se sucedem de forma a alternar sequidão e estio com chuvas e campos verdejantes.
Por isso a vida é colorida, dinâmica e desafiadora. Não pode nos impedir de caminhar ou tirar de nós a certeza de que temos sempre o sol que brilha acima das nuvens.
E como bem disse o Salmista, o homem que se apoia em Deus, pode até passar pelo vale árido, mas mesmo nesse vale o transforma em manancial de fontes.
Que a sua vida seja assim. Se você bebeu da fonte do Cristo, um rio sempre fluirá do teu interior.
Pense nisso e viva melhor.
Beijo no coração.
Passando pelo vale árido, fazem dele um lugar de fontes; e a primeira chuva o cobre de bênçãos.
Salmos 84:5-6
Bom dia, amados! Sempre temos diante de nós caminhos que se apresentam secos e desérticos. Isso sempre fará parte da dinâmica da vida. Dias as vezes são ensolarados, outras nublados e chuvosos. Estações se sucedem de forma a alternar sequidão e estio com chuvas e campos verdejantes.
Por isso a vida é colorida, dinâmica e desafiadora. Não pode nos impedir de caminhar ou tirar de nós a certeza de que temos sempre o sol que brilha acima das nuvens.
E como bem disse o Salmista, o homem que se apoia em Deus, pode até passar pelo vale árido, mas mesmo nesse vale o transforma em manancial de fontes.
Que a sua vida seja assim. Se você bebeu da fonte do Cristo, um rio sempre fluirá do teu interior.
Pense nisso e viva melhor.
Beijo no coração.
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